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Notícias
  • 16 maio 2019

    A limpeza e conservação do condomínio exige planejamento e rotina. Como fazer isso e garantir que as tarefas sejam bem executadas?

    Manter a limpeza e conservação do condomínio demanda organização, tempo e  atenção. Para garantir que todas as áreas estejam sempre limpas e conservadas, o ideal é que se crie um planejamento, com uma rotina de limpeza. Assim, os funcionários não se perdem, os condôminos não se surpreendem com a limpeza e as áreas comuns do condomínio ficam sempre limpas.

    Mas como organizar a rotina de limpeza? Por onde começar? Algumas dicas podem te ajudar!

    1. Separe as áreas que precisam de limpeza por urgência e frequência

    Condomínios geralmente têm uma vasta área a ser limpa. No entanto, em alguns casos, é impossível/ desnecessário, que todas sejam limpas todos os dias. Por isso, montar um planejamento com todos os espaços e elencá-los segundo a necessidade de limpeza é um bom começo.

    A portaria, por exemplo, é um lugar de grande movimentação e, por isso, merece maior atenção. Pode ser limpa todos os dias. Diferente das escadas, que têm uma circulação menor de pessoas (especialmente em prédios com elevador) e nem sempre precisam passar por limpeza todos os dias.

    Para facilitar, na hora de separar os espaços, pense sempre na quantidade de pessoas que o utiliza e quantas vezes por semana/por mês ou no ano. Devem ser considerados, por exemplo:

    • Hall de entrada, portaria ou recepção;
    • Corredores;
    • Elevadores;
    • Escadas;
    • Garagem;
    • Banheiros;
    • Sala e cozinha dos funcionários;
    • Quartinho para lixeiras (quando houver estes espaços);
    • Jardim;
    • Áreas de lazer e complementares – playground, sala de jogos, área de churrasqueira, piscina, salão de festas, auditório, etc.
    2. Estabeleça os dias e horários para limpeza dos espaços

    É importante fixar dias e horários para limpar cada área. Assim o faxineiro (a) não se perde e consegue se organizar para limpar todos os espaços de acordo com o planejamento. Além disso, os condôminos também se planejam, quando necessário, para que não haja transtornos durante o período de limpeza.

    Também é importante se atentar para que a rotina de limpeza não afete horários de pico ou dias em que os ambientes são mais utilizados.

    Por exemplo, salões, áreas de lazer, devem ser limpos em dias de semana (segundas, ou terças). Esses são dias em que, geralmente, menos pessoas vão utilizar esses ambientes. Elevadores, escadas e corredores podem ser limpos em horário comercial, quando há menos circulação. A portaria deve ser a primeira a receber a limpeza…

    As garagens, geralmente, são faxinadas com menos frequência, mas é essencial que todos sejam avisados da limpeza com antecedência para que se programem e retirem os carros, se necessário.

    Se julgar necessário, fixe os horários de limpeza de cada local em um espaço que todos tenham acesso.

    3. Monte a rotina de limpeza

    Feito o planejamento, para garantir a execução e controle das tarefas, monte a rotina de limpeza em uma planilha. Considere onde limpar, quando e com que frequência. E especifique o tempo em que deve ser executada a limpeza. Como exemplo:

    • Hall de entrada – limpar diariamente – de 7h às 8h;
    • Corredores – limpar cada um, uma vez por semana – de 14h às 15h;
    • Garagem – limpar uma vez por mês – na 1ª segunda-feira do mês – de 13h às 17h;
    • Vidros – limpar quinzenalmente – às quintas-feiras, de 8h às 11h.

    Precisa de ajuda com a limpeza e conservação do condomínio? Entre em contato com a HS Conservadora!

    Conheça nossos serviços!

     

     

     

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  • 09 maio 2019

    Você mora de aluguel ou loca seu imóvel para terceiros? Sabe quais são suas responsabilidades com o condomínio e o que compete ao proprietário.

    Quem mora de aluguel deve ter ciência de que as obrigações com o condomínio são divididas entre o inquilino e o proprietário do imóvel. Você sabe o que é de responsabilidade de cada um?

    Quais despesas devem ser quitadas pelo morador e quais ficam por conta do dono do apartamento – ou casa? O inquilino deve participar das decisões do condomínio? Do que ele deve ser informado e do que não precisa ter ciência? Do que ele pode ser responsabilizado? Em quais situações o proprietário é o responsável?

    Estas são as dúvidas mais comuns de quem tem um imóvel e vai alugar e de quem entra em um condomínio como inquilino. É importante que estas questões sejam bem esclarecidas entre todas as partes para que não haja surpresas.

    Despesas, direitos e responsabilidades do inquilino

    O inquilino é responsável pelos gastos de rotina e de manutenção do condomínio. Por isso, é ele quem arca com a Taxa Condominial, que reúne as despesas desse tipo. Alguns exemplos são:

    • consumo (energia, água, esgoto, por exemplo);
    • despesas de manutenção (de elevadores, jardim, limpezas, pequenos reparos de rotina);
    • salários de funcionários e prestadores de serviços – incluindo os encargos fiscais e trabalhistas;
    • gastos administrativos;
    • aluguel de áreas comuns (garagem, salão de festas, academia, etc);
    • seguro condominial, taxa de incêndio, IPTU do condomínio, taxa de coleta de lixo, limpeza urbana e iluminação pública.

    Por lei, estas despesas ficam sob a responsabilidade do morador. Caso a taxa condominial não seja paga pelo inquilino, a cobrança pode cair na responsabilidade do proprietário.

    Quanto aos direitos do inquilino no condomínio, é importante que não haja diferenciação entre os moradores: tanto proprietários, quanto pessoas que moram de aluguel devem usufruir da mesma forma do condomínio.

    No entanto, os inquilinos não participam de decisões do condomínio. Isto é de responsabilidade do proprietário do imóvel, que também é responsabilizado por eventuais problemas e arca com multas e taxas extras quando necessário.

    No caso de multas causadas pelo comportamento do inquilino, o proprietário deve informar e entrar em acordo com o morador, repassando a advertência.

    O inquilino, que não é considerado condômino, nunca poderá ser diretamente cobrado pelo condomínio, bem como não poderá exigir algo diretamente. Tudo deve passar pelo proprietário.

    Despesas, direitos e deveres do proprietário

    O proprietário é responsável pelas despesas extraordinárias, como obras. A cobrança é feita em conjunto com as despesas ordinárias, mas o pagamento é de responsabilidade do dono do imóvel.

    São consideradas despesas extraordinárias, por exemplo:

    • Fundo de reserva;
    • Fundo ou rateio de obras;
    • Fundo de melhorias;
    • Fundo de benfeitorias;
    • Fundo de inadimplência;
    • Rateio extra;
    • Rateio para reformas

    Como responsável pelo imóvel, o proprietário deve estar presente em assembleias e participar de todas as decisões do condomínio, bem como estar ciente das mesmas e, eventualmente, informar seu inquilino sobre o que for de seu interesse.

    Ainda que não resida no condomínio, o proprietário pode ser eleito síndico, pode reivindicar melhorias e fazer cobranças junto à administração.

    Enquanto o imóvel estiver alugado, o proprietário deve observar que é o inquilino quem tem direito à utilização dos espaços. Em nenhuma hipótese é prevista ou resguardada a entrada do proprietário no imóvel sem autorização ou conhecimento prévio do morador.

    Estas não são especificidades que podem ser acordadas entre inquilino e proprietário. As obrigações e direitos de ambos estão previstas em lei e devem ser respeitadas. É comum que não estejam também especificadas nos contratos de aluguel, mas imprescindível que as partes conheçam seus direitos e deveres perante o condomínio.

    Como vai a manutenção e limpeza de seu condomínio? Conheça os serviços da HS Conservadora!

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  • 24 abr 2019

    Seu condomínio tem regras para mudanças? Elas são muito essenciais para que não haja incômodo ou imprevistos na chegada ou saída de moradores

    Mudança sempre exige muito tempo, esforço e organização dos moradores. Quando você está mudando de um condomínio, ou para um condomínio, então, esses detalhes precisam de ainda mais atenção. Assim, evita-se que a mudança seja um incômodo na rotina dos vizinhos e de pessoas que frequentam o local.

    O seu condomínio tem um regulamento para mudanças? Sendo bem claras e de conhecimento de todos, as regras são uma ótima solução para que ninguém seja surpreendido ou que a mudança atrapalhe a rotina do condomínio.

    Entre as principais normas devem estar: dias e horários, agendamento, responsabilidade por danos e pela mudança, utilização dos espaços do condomínio (especialmente dos elevadores).

    1. Reserve dias específicos na semana e horários para as mudanças

    Especifique os dias da semana e horários em que são permitidas as mudanças. Por exemplo, de segunda a sexta-feira, de 8h às 18h.

    Nos fins de semana e à noite, geralmente, há mais moradores em casa, e/ou maior fluxo de moradores nas dependências do condomínio e, por isso, as mudanças tendem a ser incômodas. O horário comercial é mais conveniente por isso.

    2. Agendamento prévio

    Imagine um morador de saída do prédio e outro chegando… Se uma mudança já é capaz de atrapalhar a ordem no condomínio, imagine duas. Por isso, é extremamente necessário que o condômino agende com antecedência a data e o horário em que pretende se mudar.

    Assim, não há riscos de ter alguém se mudando no mesmo horário ou algum outro imprevisto que impeça a mudança (uma obra, por exemplo, ou a manutenção de um elevador).

    3. Responsabilidade por danos e pela mudança

    O condomínio precisa se resguardar da responsabilidade de possíveis danos causados na mudança e de qualquer incidente com móveis ou materiais do condômino que está em mudança.

    Um termo de compromisso ou uma cláusula no regulamento podem ser boas soluções para que o condomínio não tenha prejuízos com as mudanças. O ideal é que o morador/ condômino que esteja entrando ou saindo do condomínio se responsabilize pela mudança (isentando o condomínio de imprevistos com os móveis e pertences), arcando também com possíveis problemas (pequenos estragos nas paredes ou pisos do condomínio, por exemplo).

    Essa responsabilidade também pode ser atribuída ao dono do imóvel, em caso de alugueis.

    4. Utilização dos espaços do condomínio

    Durante a mudança é natural que alguns espaços de uso comum fiquem obstruídos, ao menos por um tempo, como por exemplo o elevador, garagem e os corredores.

    É importante que um zelador, porteiro ou algum funcionário do condomínio fique responsável por monitorar e controlar o fluxo da mudança e de moradores no período em que durar a mudança.

    Para melhorar a organização das mudanças, o condomínio pode ainda manter um registro da empresa responsável e do morador; ter um funcionário para organizar e limpar as dependências do condomínio e para orientar as pessoas envolvidas na mudança.

    Precisando de funcionários para a zeladoria do condomínio? Conheça os serviços da HS Conservadora e faça seu orçamento!

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  • 13 mar 2019

    Quais são as normas de segurança do seu condomínio? Elas estão em dia? São colocadas em prática?

    Garantir a segurança do condomínio é função de muita responsabilidade. Ainda que vocês tenham normas e condutas bem estabelecidas, é necessário estar alerta para que tudo seja cumprido dentro do previsto.

    Pequenos detalhes e falhas corriqueiras podem colocar a segurança de moradores e funcionários em risco. Um visitante não identificado, um falso prestador de serviços, esquecer os portões abertos… Estas são situações que acontecem todos os dias em muitos condomínios, coisas que passam despercebidas e que só são consideradas quando, infelizmente, algo de ruim acontece.

    É por isso que o condomínio precisa ter normas bem claras de segurança, que não devem, em hipótese alguma, ser ignoradas. Também é essencial que todos estejam cientes das regras e as respeitem, sem exceções.

    Se o seu condomínio ainda não tem procedimentos de segurança, a seguir listamos alguns que podem ajudá-lo a elaborar os seus:

    • Sempre identificar visitantes e prestadores de serviços;
    • Anunciar visitantes aos moradores (no caso dos porteiros) e não liberar a entrada de estranhos sem que tenha certeza de que está sendo aguardado;
    • Não liberar a entrada de pessoas que se dizem vizinhas, ou que queiram visitar vizinhos;
    • Sempre se certificar de que motoboys ou outros prestadores foram requisitados;
    • Ao sair e entrar de carro no condomínio, certificar-se de que os portões foram fechados;
    • Sempre trancar os portões ao entrar e sair;
    • Observar a presença de estranhos ou atitudes suspeitas antes de entrar ou sair;
    • Investir em câmeras, cerca elétrica, muros mais altos e outras estruturas que dificultem invasões;
    • Contrate porteiros, zeladores e vigilantes desarmados (por segurança, os vigilantes não devem estar armados. Armas combinadas a falta de preparo ou situações de estresse podem trazer mais riscos que proteção).

    Está procurando por profissionais que possam colaborar para um ambiente mais seguro? A HS Conservadora oferece serviços de portaria, zeladoria e vigilância desarmada. Entre em contato conosco!

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  • 07 mar 2019

    Um regulamento interno bem estruturado pode evitar problemas com os animais dentro do condomínio

    A presença de cachorros e gatos nos condomínios é sempre motivo de discussões e desentendimentos entre os vizinhos. Permitir ou não a presença dos pets e que transitem nos ambientes comuns, lidar com as eventuais reclamações é um dilema para síndicos e representantes dos moradores.

    Por isso, a melhor forma de lidar com os pets dentro do condomínio é elaborar um regulamento interno, que reserve os direitos dos moradores que têm os animais e também dos que não têm e não gostam.

    Mas o que deve ser considerado neste regulamento? Como estruturá-lo? Para garantir que contemplem a todos, as regras devem focar especialmente no uso das áreas comuns e no barulho.

    QUAIS REGRAS SÃO INDISPENSÁVEIS?

    1. Onde é permitido que os pets transitem (se possível, é melhor que usem o elevador de serviço e que não frequentem o jardim e a piscina);
    2. Que eles não interfiram no bem estar de todos;
    3. Que não sujem os ambientes comuns;
    4. Que não permaneçam sozinhos nos ambientes comuns;
    5. Que não sejam barulhentos;
    6. Que transitem sempre com guias e/ou coleiras pelo condomínio;
    7. Que não fiquem soltos de modo que possam invadir outras casas/ apartamentos;
    8. Evitar que fiquem agressivos;
    9. Uso de focinheiras por aqueles que são mais agressivos (especialmente para raças de grande porte e já conhecidas pela agressividade, como pit bulls, rotweillers e outros);
    10. Exigir que os donos dos animais sempre recolham os rejeitos nas áreas comuns (para facilitar, podem ser disponibilizados saquinhos plásticos nas áreas comuns do condomínio);
    11. Evitar mau cheiro.

    Estas regras abrangem algumas das reclamações mais recorrentes nos condomínios com relação à presença dos pets. Muitos moradores se incomodam especialmente com o barulho, mau cheiro e a agressividade dos animais.

    COMO GARANTIR QUE AS REGRAS SEJAM CUMPRIDAS?

    O condomínio pode aplicar advertências ou multas aos moradores que não cumprirem as regras. E, em casos extremos de descumprimento, acionar os órgãos competentes (como associações protetoras dos animais e a Delegacia de Proteção ao Animal da Polícia Civil, por exemplo).

    Outra medida, mais no sentido de prevenir o mal estar entre os moradores, é criar um espaço especial para os pets no condomínio, como um playground. Desta forma, os moradores podem deixar seus animais mais à vontade sem incomodar os vizinhos.

    Para evitar problemas, o ideal é que todos participem da elaboração das regras e até mesmo que elas estejam expostas nas áreas em que os pets frequentam. Desta forma, evita-se que haja desrespeito ao regulamento e reclamações desnecessárias ou improcedentes.

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  • 28 fev 2019

    Descargas elétricas, alagamentos, queda de energia… como prevenir o condomínio dos problemas causados pelas chuvas?


    As chuvas de março chegam para fechar o verão e, com elas, alguns riscos iminentes para os imóveis. É muito comum que nesta época do ano ocorram alagamentos, desmoronamento de encostas, queda de árvores e de energia… incidentes naturais que podem afetar seu condomínio.


    Algumas ações de prevenção podem minimizar os riscos, levando mais proteção a quem frequenta seus espaços e evitando prejuízos. O que você pode fazer para prevenir seu condomínio contra os problemas causados pelas chuvas?

    Verifique pontos chave que merecem atenção

    Seu condomínio tem um gerador de energia? Um para raios? Como anda a limpeza de ralos, calhas, telhado?
    Para começar os cuidados com as chuvas, é necessário, primeiro, verificar se tudo isso está em perfeito estado.

    • Faça a limpeza de todos os pontos que podem sofrer entupimento ou acumular sujeira.
    • Faça a manutenção de seu gerador com limpeza do tanque de combustível, troca de óleos e filtros, sempre que reabastecê-lo.
    • Teste o sistema de iluminação de emergência para garantir que tudo esteja funcionando em caso de queda de energia.

    Conserte os vazamentos e infiltrações


    Verifique rachaduras, fendas, buracos e outras irregularidades que possam contribuir para vazamentos e infiltrações. Elas podem gerar riscos de desmoronamento.

    Garanta que o serviço de jardinagem esteja em dia


    Se o seu condomínio tem um jardim, é extremamente importante que você realize a manutenção rotineiramente. Especialmente se houver árvores e arbustos… As podas e os cuidados específicos são essenciais para prevenir quedas e problemas com o solo.

    Faça a manutenção dos encanamentos


    Também é extremamente importante que as tubulações estejam limpas, livres e que não haja vazamentos. Desta forma, você garante o devido escoamento da água das chuvas, evitando alagamentos.

    Cuidados e alertas aos condôminos


    Ter pisos antiderrapantes nas escadas e nas áreas comuns (principalmente as externas) é essencial para amenizar os riscos de quedas.
    Também é importante alertá-los quanto aos cuidados que devem ter em suas residências com encanamento, rachaduras, calhas, etc.

    Um zelador ou alguém responsável pela manutenção e limpeza do condomínio pode auxiliá-lo identificando alguns desses problemas e providenciando os cuidados necessários. Conheça os serviços da HS Conservadora e faça um orçamento!

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