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  • 14 out 2015

    Você sabia que existe uma lei federal que limita a utilização de poços e outros recursos alternativos a locais que não têm acesso a uma rede pública de distribuição de água?

    Em tempos de crise hídrica, qualquer solução para não ficar sem água é válida, mas é preciso estar atento às leis que regulamentam o uso do recurso. O artigo 45 da lei n° 11445/2007 estabelece regras para o saneamento básico em todo o Brasil e determina que toda residência e estabelecimento tenha acesso a um sistema hídrico de uso coletivo, o que significa que  somente na ausência e na impossibilidade de implementação desses sistemas o uso das demais fontes de água é permitido.

    A portaria só não é válida em localidades onde leis municipais permitem o uso destes recursos alternativos, mesmo existindo a rede de abastecimento coletiva e padronizada.

    A proibição também significa uma preocupação com a potabilidade da água fornecida pelos poços, ponteiras, nascentes e outras fontes. De acordo com especialistas, a água pode ser contaminada a quilômetros de distância e inúmeros fatores influenciam: a urbanização, falta de tratamento de esgoto, existência de valas que carregam lixo e outros poluentes, presença de animais, de estábulos, obras relativamente próximas…

    A qualidade da água retirada destes locais só pode ser garantida mediante a avaliação de engenheiros ou técnicos, mas a maior parte não tem um bom índice de potabilidade por estar em uma camada subterrânea muito superficial. Isto é que diferencia estas fontes presentes nas áreas urbanas dos poços artesianos: a água retirada deles fica armazenada nas fissuras das rochas, em níveis profundos e por isso são consideradas livres de poluição e contaminação.

    Se for imprescindível a utilização de outras alternativas para o abastecimento de determinada localidade, empresa ou condomínio, o responsável deve entrar em contato com especialistas capacitados a avaliarem a qualidade da água e definirem um sistema de tratamento para que ela se torne adequada ao consumo.

    Responsabilidade pelo fornecimento de água vinda de fontes alternativas

    O Ministério da Saúde também estabeleceu algumas regras para a utilização de fontes alternativas de abastecimento. Pela lei n° 2914/2011, os síndicos e responsáveis por condomínios, hotéis, restaurantes e edificações coletivas que não têm água disponibilizada através das redes públicas e precisam de outros recursos, devem manter em dia a fiscalização da água feita pela vigilância sanitária local. Estes recursos também devem atender a requisitos mínimos de potabilidade e, as fontes, contarem com a supervisão de um técnico que faça sua manutenção.

    Tudo isso previne eventualidades como doenças parasitais, intestinais, problemas de pele e outros que podem ser ocasionados por ingestão de água contaminada. Fique atento! Porque qualquer problema relativo ao consumo da água vinda destas fontes alternativas será de responsabilidade legal do síndico, dono do espaço ou idealizador do recurso.

    Fonte: CondomínioSC

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  • 22 set 2015

    Mais de 33 crianças morrem anualmente no Brasil por caírem das janelas dos prédios

    criança na janelaOs cuidados com crianças na janela nunca são demais! E pra quem tinha dúvidas sobre colocar ou não redes de proteção no apartamento novo, uma razão para providenciá-las agora é esse dado: de 1996 a 2013, 607 crianças de 0 a 14 anos morreram por queda de edifícios. Na média, são 33,7 mortes por ano, segundo a pesquisa Datasus, sistema de tabulação de dados de óbitos e outras ocorrências. Na última quinta feira, um menino de 5 anos morreu em São Paulo depois de cair do 26° andar, da janela do banheiro. O número de internações por conta das quedas é ainda maior. Em 2014, 567 crianças foram internadas por terem caído de seus prédios e em 2013, 753.

    Agora, será que as redes de proteção são suficientes? Quais outras alternativas de segurança para os pais e como proteger os pequenos das janelas?

    Todo mundo sabe que para as crianças, todo cuidado é pouco. Claro que as redes de proteção são grandes aliadas para prevenir as quedas. Mas elas precisam estar instaladas corretamente para garantir a prevenção. Geralmente, seu material suporta um peso de até 900 kg e ela precisa estar fixada, de preferência, na parte interna da janela (afinal, quando colocada na parte externa do prédio, ela pode permitir a passagem do corpo pela fresta onde termina a rede ou mesmo deixar a criança presa).

    É importante que todas as janelas e partes abertas da casa tenham a rede.

    Os basculantes (exemplo da foto), que ficam em alturas maiores no pé direito da casa e têm largura menor, também precisam de atenção: caso não seja possível, ou você não queira instalar as redes de proteção, opte por um limitador de abertura (foto). Instale-o de forma que ele permita uma abertura segura – até o cotovelo, no máximo.

    basculante

       Modelos de basculante que permitem contato com a parte externa do apartamento

    basculante de correr

     

     

     

    limitador 2 limitador 1

    Modelos de limitadores de abertura. A distância mais comum de ser usada são 15cm.

    Outra   medida pode ser instalar barras de ferro logo abaixo da janela. Assim, a criança não conseguirá alcançá-la ou abri-la.

    Caso você não more em apartamento e esteja pensando em formas de prevenir estas quedas, outra alternativa para as janelas e basculantes são as grades de ferro. (Dica válida também para quem está construindo um prédio).

    Dicas mais simples e também muito importantes são válidas, como:

    – Evitar deixar sofás, cadeiras, mesas, estantes e outros móveis próximos da janela.

    – Não deixar a criança no carrinho ou cercadinho próximo à janela.

    – Usar pisos antiderrapantes e, enquanto as crianças estiverem em casa, calçá-las com sapatos anatômicos, também de solado antiderrapante.

    – Não deixar nada espalhado pelo chão e evitar o uso de produtos de limpeza que sejam escorregadios.

     

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  • 10 set 2015

    Seu condomínio disponibiliza vagas de garagem para os visitantes? É um conforto que exige muita organização por parte da administração, e bom senso dos moradores… Hoje as dicas são sobre como oferecer estas vagas sem ter muita dor de cabeça.

    garagem visitantesVisitar um amigo ou parente que mora em condomínio pode ser um tanto quanto complicado por conta da falta de um local para estacionamento. É pensando nisso que alguns prédios disponibilizam vagas extras para visitantes. Mas, esta medida envolve mais atenção com a segurança e muitas regras!

    Normalmente, o número de vagas destinadas aos visitantes varia de acordo com o condomínio e elas podem ser internas ou externas. O número de apartamentos e o espaço da garagem, é claro, influenciam na disponibilidade destas vagas.

    A maneira como funciona o benefício também varia. Em alguns condomínios há um manobrista e os visitantes deixam o carro com ele quando chegam, o que pode ser considerado um verdadeiro mimo para as visitas.

    Já em outros, o estacionamento é indicado pelo porteiro e realizado de forma independente. Mas há algo comum: o tempo de permanência, que é definido no regulamento interno e não costuma ultrapassar quatro horas, afinal, as vagas são liberadas pensando-se em visitas breves.

    Como fica a segurança?

    É natural que, havendo as vagas para visitantes, o condomínio tenha que se ater ainda mais ao controle de entrada e saída das pessoas. Normalmente, este controle é feito pela portaria, sendo necessário o aval do morador para a liberação da vaga e entrada do veículo.

    A disponibilidade varia de acordo com a ordem de chegada, não sendo possível reservar previamente. Se a demanda estiver muito grande, assim que o horário limite de estacionamento termina, a unidade é avisada e o visitante retira o veículo. Caso não haja muita procura no dia, é permitido deixar mais tempo.

    E se não houver vaga?

    Nem todos os condomínios têm vagas para visitantes – aliás, a grande maioria não tem. Neste caso, o que fazer para receber melhor quem faz uma visita de carro?

    Em alguns locais, o número de vagas para morador é superior à média: são duas ou até três por unidade, o que leva muitos moradores a cederem o espaço que não está sendo ocupado aos seus visitantes. Mas vale lembrar que, mesmo nestes casos, é preciso que haja controle de entrada e saída por meio da portaria para garantir a segurança.

    Para não virar baderna

    • É preciso cumprir o que está previsto no regulamento interno, como a questão do tempo máximo de uso
    • Quando abusos acontecem, eles devem ser coibidos e a administração precisa estar atenta. Imagine se todos os moradores resolvessem pedir para as visitas estacionarem o carro durante a noite toda, por exemplo?
    • É de responsabilidade da portaria controlar o acesso e o tempo de permanência do visitante

    Fonte: Site iCondominial

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  • 06 ago 2015

    Como lidar com cigarros e fumantes no condomínio? O morador que fuma tem o direito de acender cigarro em áreas de uso comum? O que diz a legislação?

    fumar-no-condominioEm junho de 2014, por um decreto presidencial foi regulamentada a Lei Antifumo (12.546), que tem caráter nacional e proíbe totalmente a prática do tabagismo em ambientes de uso coletivo que não sejam completamente ao ar livre. Na lista das proibições foi incluído o uso do narguilé, e a lei passou a abranger locais privados, entre os quais as áreas comuns dos condomínios, como hall de entrada ou corredores.

    Já em áreas parcialmente cobertas ou abertas, como piscinas, jardins ou quadras, é preciso que cada condomínio determine suas regras em assembleia convocada expressamente para debater o assunto.

    E quando a fumaça incomodar?

    Segundo a legislação, é permitido fumar no apartamento, mas, se a situação é frequente e incômoda demais, pode-se aplicar o artigo 1.336, do Código Civil, que inclui como deveres do condomínio a não utilização do imóvel de forma prejudicial à salubridade dos demais moradores.

    Na prática, é recomendável que se tente uma conversa amigável e apenas em último caso seja feita a opção de se recorrer a um advogado.  É sempre melhor falar com o síndico ou citar o tema em assembleia, pedindo a colaboração de quem costuma fumar na varanda.

    Já nas áreas abertas, é importante lembrar que, mesmo sendo permitido o fumo, são de áreas divididas entre outros condôminos, sendo fundamental que haja bom senso.

    O direito de cada um

    • O fumo em áreas coletivas públicas privadas ou públicas que não sejam completamente ao ar livre é proibido. Em condomínios isso vale para espaços como elevadores, corredores, hall de entrada, salão de festas etc.
    •  Fumar dentro do apartamento é permitido, assim como em áreas abertas. No caso dos condomínios, porém, pode-se proibir o fumo nas áreas abertas por meio de decisão em assembleia
    •  Nos apês em que há sacadas, por exemplo, pode-se recorrer, em último caso, ao artigo 1.336 do Código Civil, caso o cheiro e a fumaça do cigarro do vizinho estejam causando grande incômodo e uma conversa amigável não tenha resolvido a questão.

    Fonte: Site iCondominial

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  • 30 jul 2015

    Você quer uma casa impecavelmente organizada? Estes três objetos são essenciais para manter tudo em seu devido lugar!

    Todo mundo merece e pode ter uma casa bem decorada e organizada, como a gente vê nas revistas e nas novelas… E isso nem é tão difícil quanto parece… Você só precisa incluir no seu espaço três móveis bem tradicionais que, além de tudo, são baratos: as prateleiras, caixas ou baús e os móveis multifuncionais.

    prateleiras 3

    Agora, confira como utilizá-los para organizar e otimizar seu espaço (seja grande ou pequeno)…

    As prateleiras não ocupam espaço e ainda por cima são lindos itens para a decoração. Nelas você pode colocar alguns livros, revistas e adereços de decoração. Os modelos são os mais variados, como as prateleiras retas, em L, circulares, ovais, entre outros, além de cores e materiais. O importante, também, é não errar na composição. Use modelos de acordo com o restante da sua decoração.

    prateleiras 1 prateleiras 2

    Com certeza, você já viu caixas e pequenos baús organizadores em algum lugar…  São extremamente úteis, espaçosas para armazenar diversos objetos e ficam muito bonitas expostas. Podem ser usadas em qualquer cômodo, como: quartos, salas, cozinhas e banheiros. Os seus materiais também são diversos, como: papelão, plástico, madeira e etc…

    caixas organizadoras 2 caixas organizadoras 1

    Aaaaah, os móveis multifuncionais… Estes são a referência na organização! E além de tudo, eles evitam aquele acúmulo de móveis, que só serve pra dar trabalho na hora de limpar e “roubar” os espaços.

    móveis multifuncionais móveis multilfuncionais 2

    Sabe aquela cabeceira que pode virar um baú? Aquela cama que vira um sofá? O aparador que vira uma mesa de jantar? Então, esses são os móveis multifuncionais que podem fazer parte da decoração e organização da sua casa. Acredite, vale a pena investir nesse tipo de móvel, pois, mesmo sendo um pouco mais caro, elas são as melhores saídas para uma casa mais otimizada e arrumada.

    Tá pensando em trocar seus móveis? Ótima oportunidade pra implantar essa ideia de organização e otimização… Aproveite!

    Fonte: Portal Viva o Condomínio

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  • 24 jul 2015

    Conheça as tecnologias desenvolvidas no Brasil e no mundo que pretendem diminuir a emissão de gases poluidores e amenizar seus efeitos em nosso dia a dia.

    Inovações contra a poluição

    Esta é a fachada do prédio alemão que recebeu a tecnologia que transforma os gases poluidores.

      A luta contra a poluição nas grandes cidades conta com a tecnologia em diversos aspectos, mas, recentemente, inovações na área de arquitetura vêm ampliando essa participação. Há alguns anos, quem imaginaria um prédio cuja fachada absorve a poluição? O projeto é do escritório de arquitetura Elegant Embelishments, que fica em Berlim, capital da Alemanha e já foi implantado em um hospital no México. O escritório agora estuda baratear a cobertura que absorve a poluição das fachadas, que ainda custa cerca de 330 euros por metro quadrado.

    “A fachada funciona como proteção contra a luz do sol e como fotocatalisador”, explica Daniel Schwaag, um dos diretores do escritório. A forma foi inspirada em corais marinhos e é revestida com dióxido de titânio, um pigmento que age como catalisador de reações químicas quando ativado pela luz do sol. Quando os raios UV atingem o material, a reação converte monóxidos de nitrogênio, ou seja, um dos componentes da fumaça, em substâncias menos agressivas como o nitrato de cálcio e água e outras não tão desejáveis como o dióxido de carbono.

    Segundo Schwaag, ainda não foi possível medir cientificamente o quanto o prédio consegue afetar o ambiente ao redor do prédio. “Os fatores que influenciam os resultados não são possíveis de serem controlados. Direção do vento, nível de poluição e de luz estão sempre mudando”, diz. “O que podemos fazer é provar a atividade da fachada, que testes de laboratório provaram uma redução de 70% das taxas (de dióxido de carbono) em condições favoráveis de vento”.

    No Brasil

    A variedade de materiais utilizados para evitar gastos energéticos e contra a poluição é bem grande. Para evitar o efeito ilha de calor nos prédios e a proliferação de fungos e bactérias, por exemplo, foram criadas tintas que refletem radiação e evitam o calor dentro dos prédios, além de serem autolimpantes e antifungo. “Tínhamos brancas, mas agora foram desenvolvidas pigmentações coloridas também”, conta Felipe Faria, diretor do Green Building Brasil.

    A organização segue parâmetros internacionais de certificação levando em conta a sustentabilidade das edificações comerciais, residenciais e públicas, oferecendo diretrizes sobre o aumento da eficiência energética, racionalização do uso da água, produção de energia renovável e uso de material de baixo impacto não apenas ecológico, mas também social. São 252 prédios certificados e 997 registrados no país, que fica atrás apenas de Estados Unidos e China no ranking de 143 países.

    Faria cita que as tecnologias vão desde aproveitar a ventilação natural de um prédio ao uso de vidros que filtram calor, sistema inteligente de gerenciamento de água, ares condicionados com qualidade controlada por computadores, irrigação por gotejamento diretamente na raiz das plantas para evitar evaporação, e, é claro, uso da fotocatálise de várias formas, inclusive para limpar o ar condicionado.”O estádio Mané Garrincha, por exemplo, tem uma cobertura autolimpante que sequestra CO2″, lembra.

    O bom e velho verde

    Essas tecnologias conversam também com a boa e velha alternativa: mais verde na cidade. Além de sequestrarem dióxido de carbono do ar, as árvores ajudam a absorver água das chuvas, ajudando a conter enchentes, e elevam a umidade do ar, ajudando contra a formação de ilhas de calor. O telhado verde, que já virou lei para edifícios em Recife neste ano, consegue melhorar a temperatura dentro e fora do prédio. Em nível nacional, ainda está para ser votada uma lei federal sobre o assunto.

    Entre 2012 e 2013, o geógrafo Humberto Catuzzo mediu a temperatura em dois prédios no meio da ilha de calor de São Paulo por um ano e 11 dias a cada dez minutos. No Edifício Matarazzo, sede da prefeitura, onde há telhado verde, a temperatura chegou a ser cinco graus mais baixa do que no Edifício Mercantil/Finasa, sem cobertura verde. Além disso, a umidade no prédio da prefeitura foi 16% mais alta.

    “Houve redução de gasto de energia internamente, pois, no verão, fica mais fresco, e, no inverno, mais quente dentro do prédio”, explica o professor. “A cidade de Chicago é um exemplo da aplicação dos telhados verdes e estudos mostram que há redução de gasto de energia com ar condicionado”.  Em março, a prefeitura de São Paulo incluiu fachadas e telhados verdes como possibilidade de compensação ambiental.

    Texto do Portal Viva o Condomínio

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